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Idoso: saiba sobre o calendário de vacinação 2018

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Muitas vezes nos preocupamos em vacinar as crianças e os adolescentes, mas não atualizamos a nossa própria carteira de vacinação. É preciso ficar atento! A imunização é uma das principais medidas para prevenção de doenças e deve ser realizada em todas as idades, inclusive depois dos 60 anos.

O Ministério da Saúde alerta que os idosos são mais susceptíveis a desenvolverem doenças graves a partir de infecções comuns como a gripe. Nesse sentido, a imunização é uma aliada fundamental para evitar tais complicações porque garante a proteção contra elas.

Vacinas
O atual Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) – acesse aqui – contempla 19 vacinas consideradas de interesse prioritário para a saúde pública do país e oferecidas gratuitamente para toda a população nos postos de saúde. Para pessoas acima de 60 anos, são propostas e disponibilizadas três imunizações:

Hepatite B:  três doses se o idoso não tiver o comprovante vacinal;
Febre Amarela: uma dose mediante avaliação médica e se o idoso não tiver comprovante vacinal;
Dupla Adulto (difteria e tétano): três doses se o idoso não tiver comprovante vacinal, além do reforço a cada 10 anos.

O calendário é elaborado pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), e contêm todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Além dessas vacinas de rotina descritas no documento, a rede pública pode ofertar mais duas vacinas para a terceira idade através de campanhas durante o ano:

Influenza (gripe): uma dose anual;
Pneumocócica (23-valente): uma dose se o idoso não tiver comprovante vacinal e se viver acamado e/ou em instituições fechadas como asilos.

A Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) ainda recomenda quatro vacinas para promover a saúde de idoso em situações específicas: Herpes Zóster, Hepatite A, Meningocócica conjugada ACWY e Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola) – acesse aqui. Porém essas vacinas só são disponibilizadas em clínicas privadas de imunização.

Comprovante de vacina
Com exceção do reforço da Dupla Adulto e da dose anual contra a Influenza, as vacinas descritas acima só devem ser administradas em idosos que não tomaram, não completaram o esquema ou não têm o comprovante de vacinação. Por isso, além de um documento que confirme a idade, a pessoa deve levar a carteira de vacinação e os comprovantes de imunizações anteriores na hora de se vacinar, caso possua.

Em nota, “o Ministério da Saúde orienta ao paciente que perdeu o cartão de vacina que procure o posto de saúde onde habitualmente recebe as doses para resgatar o seu histórico de vacinação e fazer a segunda via da carteira de vacinação. Caso isso não seja possível, a orientação é colocar a vacinação em dia, de acordo com a faixa etária e as indicações, respeitando-se sempre o esquema recomendado pelo PNI.”

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